Desapareceu alguma coisa que é muito pouco e, por isso, infinitamente muito | 2004 (em processo)



O papel-carbono, material recorrente na minha prática artística, guarda a memória daquilo que transfere e multiplica. Nestas folhas, encontram-se vestígios de desenhos e escritos distintos, numa referência aos trabalhos em que utilizei o material.

  • papel-carbono
  • dimensões variáveis
  • EXPOSIÇÕES: “Casa Forte”, Centro Cultural Banco do Nordeste, Sousa (PB), Fortaleza e Juazeiro do Norte, Brasil

Fotografia: Renato Bezerra de Mello