O tempo não é uma coisa, é uma ideia. Ele morrerá na mente | 2011-12



Sob a ameaçadora ideia da morte – natural ou provocada –, iniciei esta série de círculos concêntricos, num movimento característico do autômato desprovido de espontaneidade e caminhante sem destino.

  • série de desenhos em caderno Moleskine e folhas soltas de papel Canson; nanquim vermelho
  • 21 x 26 cm (caderno aberto)
  • EXPOSIÇÕES: “Errático, errante”, Galeria Inox, Rio de Janeiro, Brasil / “Arte Pará”, Museu Histórico do Estado do Pará, Belém, Brasil

Fotografia: Cláudia Tavares