Sou pai e amigo | 2004



Rompendo um compromisso de segredo, reescrevi, a máquina, como as originais, cartas enviadas ao meu pai pelo meu avô, no final dos anos 1940, reproduzindo cada uma delas em cinco vias, que ofereci as minhas irmãs. Uma peça sonora, em ritmo encantatório, evoca a maneira como meu avô concluía as suas cartas: “Sou pai e amigo”, que é também o título desta obra.

  • datilografia sobre folhas de papel carbono, agulhas, som
  • dimensões variáveis
  • EXPOSIÇÕES: “Trajetórias 4”, Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil

Fotografia: Flávio Lamenha